Mãe, quem morre, morre para sempre?
"- Mãe, bota logo o almoço do Alvinho! Eu não quero que ele morra.
- Que história é essa do Álvaro morrer, Artur?
- Ele disse, mãe, que, se não botassem o almoço, ele ia morrer de fome."
"- Mãe, bota logo o almoço do Alvinho! Eu não quero que ele morra.
- Que história é essa do Álvaro morrer, Artur?
- Ele disse, mãe, que, se não botassem o almoço, ele ia morrer de fome."
... não acontecia nada. Lá estava ela, do mesmo tamanho de sempre, do mesmo jeito. Era magricela e tinha braços e pernas tão finos, mas tão finos que o Leôncio...
- Carolina, onde estão os meus óculos? Preciso ler o jornal e não os encontro!
E a Carolina abria bem seus olhos de lince e achava os óculos do vovô, que fazia um ar de felicidade ao abrir o jornal.
Era uma vez uma linda canarinha que adorava cantar no galho mais alto de uma bela árvore fincada no meio de uma imensa floresta.