Céu azul da esperança
Ficando a brilhar por momentos
São dias deixados em herança
Desmanchando passados tormentos.
Em meio à estrada da vida
Purgam frenéticos corações
Ensaiando como estar em partida
São momentos de fugazes camaleões.
No centro de tudo segue tranquilo regente
E os seus filhos sempre à procura
Do amor selado em todas as mentes.
Viver - dizem - é não desistir
Somando contas em balanços céticos
Tateando a chama cósmica do infinito.

seg, 25/01/2010 - 08:17
Precisamos falar de esperança! Este é o momento certo.
Seja bem vindo à República dos auores!
seg, 25/01/2010 - 09:13
Obrigado pelo comentário e incentivo da República dos autores!