I Coletânea da República dos Autores: "Tão longe, tão perto"

O site www.republicadosautores.com.br, visando estimular novas produções literárias nas modalidades prosa e verso e divulgar os talentos do mundo virtual, convida escritores para participar da I Coletânea Coletiva em Língua Portuguesa.

Confira o regulamento aqui.

O Saco

" A minha curiosidade estava me forçando a descer e ver o que tinha naquele saco. Com certeza fora deixado por aquele carro. “Parece que se mexe! Meu Deus!” Tive a sensação de que algo dentro do saco estava se mexendo!..."

ENTENDA A LETRA DO HINO NACIONAL

"O Hino Nacional parece ser um desafio para a maior parte de nosso povo. Pelo que se percebe, poucas pessoas o compreendem, haja vista as inversões de termos oracionais e algumas palavras em desuso. Acabamos, por causa disso – quando encontramos oportunidade de fazê-lo – cantando-o mecanicamente. Um trá-lá-lá irrefletido e frouxo; puxa, falta de civismo!..."

Ainda não! (Uma crônica escrita no Dia da Mulher, não ao Dia da Mulher)

" sobre a mulher-mãe, a rainha do lar, até o discurso feminista sobre a igualdade entre homem e mulher, sobre a força da mulher no mercado de trabalho, sobre a emancipação sexual da mulher e, ultimamente, até sobre a possibilidade de a mulher dispensar a participação direta do homem quando quiser procriar. Tudo besteira!..."

Dia de azar

"— Já fiz o serviço. Livrei-me do corpo. A gente se encontra no local combinado. Não demora — disse eu num tom triunfante."

Abrindo as comportas da memória

Hoje cedo
sem motivo
ou aparente razão
abriram-se
as portas

A Ingratidão

"Necessário ser outra pantera
Para enfrentar uma pantera."

Vida...

"A vida segue seu curso. É trajetória que se faz. A esperança desponta no céu da existência como o arco-íris que cintila na luz matinal. Recomeçar, reinventar-se é o sagrado ritual. "

Quem somos

"Apenas não espere nada. Ou se não, fique atento apenas a coisas que já sabem que vão te machucar. Menos mal do que cair de uma altura alta de expectativas."

máscara

"Vivo escondida em uma máscara
Que me cerca de dor
Que me faz ir à loucura
Da minha cabeça confusa
Do meu coração ardendo nas chamas"

O Castelo e o Martelo...

Estou ainda sob o impacto da leitura feita do pequeno e precioso livro “A prisioneira do Castelinho do Alto da Bronze”, do jornalista e escritor Juremir Machado da Silva.


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